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Rio Fashion Week ou uma "filial" de São Paulo? 👠

  • Foto do escritor: Michelle Mariana Passos
    Michelle Mariana Passos
  • 8 de mar.
  • 1 min de leitura

Anuncio da Prefeitura do Rio de Janeiro
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O Rio de Janeiro não é apenas um cenário, é um ativo de marca.

Recentemente, um debate tomou conta dos bastidores da moda: por que o casting para o Rio Fashion Week está sendo centralizado em São Paulo? Se o evento carrega o nome da nossa cidade, onde está a nossa alma, a nossa diversidade e, principalmente, a nossa estratégia de diferenciação?


Como defende Ana Couto, o valor de uma marca nasce da sua autenticidade. Quando a moda brasileira tenta se moldar a um único padrão — muitas vezes elitizado e fechado em "panelas" e nepo babies — ela perde o que tem de mais precioso: a bossa que o mundo inteiro quer comprar.


No marketing de luxo, o mestre Carlos Ferreirinha nos ensina que o detalhe sustenta o valor simbólico. Centralizar a escolha de modelos e marcas no eixo paulista não é apenas uma questão logística; é um erro de branding que enfraquece a identidade carioca.


O que exportamos é a nossa mistura, a pluralidade e a inovação que nasce da necessidade e da vivência real. Se queremos um evento de patamar global, precisamos democratizar o acesso e ressignificar a estrutura.


A moda no Brasil não pode ser um monólogo. Ela precisa ser uma conversa entre todos os territórios.


Eu quero ver um Rio Fashion Week que tenha cheiro de mar, pé na areia e a potência de quem entende que diversidade é o melhor negócio.


E você, o que espera ver nas passarelas em abril? A gente quer o original ou a cópia? 👇

 
 
 

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